E o processo "criativo" anda mesmo em crise.
Aliás, crise, essa é palavra. A crise que tinha as coisas de ordem, que coloca a bagunça em cena, que destrói certezas, que impõe indagações, que cobra atitudes.
A crise necessária. A mesmice que se rompe, a pergunta que se esconde, o porquê que se revela. A hora de uma estrela.
É isso aí. Só isso.
De novo.
E de novo.
Gianluca di Valdo, 07 de Maio de 2011
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