Mas com certeza sei que deve existir de vez em quando o direito a um parêntesis nessa vida estranha que nos permita parar para explicar algumas coisas. Que nos dê um respiro, uma chance de seguir, direto à saudade e ao toque de melancolia que nos faz bem. Senão a vida vira só esse atropelo de palavras, cheia de erros de digitação, discursos interrompidos pelo correr afobado de dias e dias e dias com muito sol e pouca chuva. Ar seco demais, regras, prazos. Não. Parêntesis.
Sinto que eu e uma amiga nos desafiamos ao direito de um parêntesis. E que assim seja.
De volta.
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