E por mais idiota que alguém possa julgar eu escrever por aqui...ainda assim vou continuar. Tudo aqui é infinitamente meu, um direito que não podem me tirar, uma verdade que não posso deixar escapar...tá vendo? Já comecei a rimar...
E as coisas podem ser mais leves.
Posso optar por carregar um saco de penas.
Largar chumbos para trás...
Quero apagar luzes,
Na verdade,
Quero não precisar acendê-las.
Quero ambientes claros,
Palavras sinceras,
Sem tanto questionar.
Quero sentir um sabor suave,
Quero ter menos medo de errar.
Quero vento no rosto.
Olhar pela janela.
Marcar um cinema.
Quero um braço de verdade.
Quero não me cobrar.
Quero um colo de quem sabe falar
O que precisa,
Ou talvez menos do que isso.
Quero descobrir,
Quero esquecer.
Quero novidade,
Quero liberdade.
Guiado pela minha mania de sentir.
Apoiado no risco de me perder no mar...
Quero fazer o vôo de uma gaivota
E sobrevoar,
Com a suavidade do vento da maré,
Com a cor do branco da paz que vem de dentro.
Sem porquê.
Sem querer.
Quero apenas...ir.
Estou em branco.
Gianluca di Valdo, 10 de Dezembro de 2011
P.S.: me colore?

Perfeito!!
ResponderExcluirPerfeito é estar em branco...Obrigado pela leitura!
ResponderExcluirDias brancos são bonitos, amigo!
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