E tudo é novo.
Um ar ligeiro,
Um expresso para Nova Iorque,
Uma estrada de chão,
Uma autoestrada sem curvas.
Sinto o pó das estrelas,
Um violino lá longe,
Um violão afinado,
Um canto lindo e desbotado.
Sinto a perfeição do imperfeito,
Um suor, uma lágrima,
Um momento suspeito,
Um olhar de paraíso.
Sinto quão crua é a verdade,
Quão verdadeira, a possibilidade.
Quão sincero o discurso,
Quão sedutor e injusto.
Porque enfim se abrem novos caminhos,
Novas propostas, desafios e destinos.
Ergo a voz e posso cantar a minha canção,
Seguindo então, sempre
Apenas a minha própria,
Única e incomparável
Concepção.
Perfeição.
Gianluca di Valdo, 14/08/2011
Quantos quilos mais leve este texto... Muito bom!
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