sábado, 16 de janeiro de 2010

Direito de entender

Levei o dia todo para decidir o que escreveria hoje. Blog novo, muitas idéias e uma vontade louca de mostrar ao mundo o quão interessante pode ser o que escrevo. Bem, o dia se passou, muito se fez, muito se disse e muito se pensou. Quando chegou a tarde, já ansiava pelo momento em que poderia sentar em frente a esta telinha de 15" e "explodir" em palavras.

É, só que existem outros "fatores" que influenciam nossas vidas, nossos momentos e que podem fazer com que mudemos de idéia rapidamente...

Fato é, que, na hora do jantar, uma discussão sobre a quantidade de colesterol presente em uma grande porção de batas fritas da minha mãe e que, como em todas as discussões entre mães e filhos preocupados com a saúde delas, levou proporções "exageradamente exageradas" , jogou por terra tudo o que eu havia planejado...

E agora estou aqui, no meu quarto, a tela de 15" na minha frente e nenhuma idéia do que postar. A "Sra ofendida pela discussão do colesterol" já está deitada em sua cama e não tem um blog para escrever... Ah, pára Raone, vc bem que gostaria que as coisas fossem por esse lado tão "simplório", para não dizer "bobo". De qualquer forma, não vou descrever o real sentimento, a não ser que...

alguém se interesse em interpretar através do texto que segue (Enfim vamos ter alguma utilidade para o post de hoje).


Direito

Sozinho,
nas lágrimas
da discussão
que não tivemos.

Acreditando,
nas razões
dos seus motivos
que não me foram
apresentados

Refletindo
nas oportunidades
de ouvir
que não tive

Esquecendo
o que não
pude conhecer.

Preciso acreditar,
refletir
e esquecer
de acordo
com o que
me for
por direito
explicado.

Raone Tomazelli 16/01/2009

Desculpas, mãe. Eu poderia te entender, se você me desse a opotunidade de te ouvir.

P.S.: Peço desculpas, talvez, pelo tema e pela simplicidade das palavaras. é o melhor que pude fazer hoje.

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