Amores sem sentido,Partidas sem destino,
Despedidas sem finais.
Minha vida,
Meu Carnaval do amor solitário
Os sonhos que me corrompem,
Os desejos que me invadem
A constante saudade do ontem e do amanhã
O toque dos dedos sensíveis como o vento,
A pele lívida, vívida e pálida,
A voz do escuro silêncio
O pleitear ações de rancor em câmera lenta
O pulsar ardente do coração imerso no suor,
A ingenuidade.
Um filme em preto e branco.
Uma sátira ao destino.
Um recomeço do futuro.
No meio de tudo,
No meio do nada.
Sozinho na multidão.
E saudade é o que eu sinto por você.
Dos Seus sonhos,
Dos Seus desejos,
Do Seu passado e do Seu futuro,
Do Seu toque,
Da Sua pele.
Da Sua escuridão,
Que junto à minha,
Se transforma em luz.
E, mesmo que por um instante,
Eu te amo.
Gianluca di Valdo, 12 de Fevereiro de 2013
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